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Remuneração bruta mensal média por trabalhador sobe 6,7% no 2.º trimestre

No decorrer do segundo trimestre, verificou-se um notável aumento de 6,7% na remuneração bruta total média mensal por trabalhador, em comparação com o mesmo período do ano anterior. Esse incremento levou o valor médio a atingir os 1.539 euros. É importante destacar que este aumento aconteceu pela segunda vez consecutiva desde novembro de 2021.

A ascensão na remuneração bruta total mensal média tem implicações significativas para o cenário económico e para o padrão de vida dos trabalhadores. Ela reflete uma possível melhoria nas condições do mercado de trabalho e no valor atribuído às competências e contribuições dos colaboradores. O aumento da remuneração pode também ser um reflexo de ajustes salariais devido a fatores como inflação, negociações coletivas ou uma maior demanda por certas habilidades no mercado.

Essa tendência ascendente pode influenciar positivamente o consumo, já que os trabalhadores com remunerações mais elevadas possuem maior poder de compra, contribuindo assim para o crescimento económico. Além disso, pode também influenciar a satisfação e o engajamento dos funcionários, uma vez que salários mais atrativos podem contribuir para um ambiente de trabalho mais motivador e recompensador.

No entanto, a interpretação desses dados deve ser feita com cuidado. Por um lado, um aumento na remuneração média pode mascarar disparidades salariais substanciais entre diferentes setores e grupos de trabalhadores. Por outro lado, um aumento rápido e excessivo nos salários pode levar a pressões inflacionárias, afetando os custos das empresas e potencialmente prejudicando a estabilidade económica.

A análise destes dados também deve ser considerada à luz das flutuações económicas e das dinâmicas do mercado de trabalho. Uma única tendência ascendente não pode ser tomada como garantia de desenvolvimento sustentável a longo prazo. As autoridades económicas, juntamente com os especialistas em política económica, precisam avaliar continuamente o contexto económico geral para garantir que os aumentos salariais estejam alinhados com a saúde e estabilidade da economia.

Por fim, este aumento na remuneração bruta total mensal média é um indicador relevante do panorama económico do país. No entanto, sua interpretação requer uma análise abrangente das dinâmicas económicas, das políticas salariais das empresas e das implicações para a estabilidade e crescimento económico a longo prazo.

Juros da dívida de Portugal descem a dois anos e sobem a cinco e 10 anos

Hoje, registrou-se um movimento divergente nos juros da dívida pública portuguesa, com tendências distintas em diferentes prazos. Enquanto os juros a dois anos apresentavam uma trajetória descendente, os juros a cinco e a 10 anos demonstraram uma tendência de subida em comparação com os valores de quarta-feira, com a taxa a 10 anos situando-se acima do patamar de 3%.

A descida dos juros a dois anos pode ser vista como uma reação positiva do mercado à curto prazo, indicando que os investidores estão mais confiantes na capacidade de Portugal de cumprir com suas obrigações financeiras num horizonte temporal próximo. Isso pode refletir o reconhecimento das medidas de política económica e fiscal implementadas pelo país, bem como uma perceção de menor risco associado a esse período.

Por outro lado, o aumento dos juros a cinco e a 10 anos pode indicar uma postura mais cautelosa dos investidores em relação aos prazos mais longos, com maior preocupação em relação aos riscos a médio e longo prazo. Esse comportamento pode ser influenciado por fatores como incertezas económicas globais, mudanças nas perspetivas de crescimento ou preocupações com a sustentabilidade da dívida pública a longo prazo.

O patamar de 3% nos juros a 10 anos é particularmente relevante, uma vez que, ultrapassando esse valor, pode suscitar a atenção dos mercados e das agências de rating. Taxas de juro mais elevadas podem dificultar o financiamento do país e impactar o serviço da dívida, representando desafios adicionais para a gestão das finanças públicas.

Em resumo, os juros da dívida de Portugal são indicadores sensíveis que refletem a perceção dos mercados em relação à saúde financeira do país. O comportamento divergente nos diferentes prazos merece uma análise cuidadosa, sendo fundamental uma gestão sólida das finanças públicas e a implementação de medidas adequadas para assegurar um ambiente económico estável e favorável ao desenvolvimento do país.

Taxa variável nos novos empréstimos à habitação bate a fixa

Em junho, registou-se um aumento significativo na taxa de juro média dos novos empréstimos à habitação contratados com taxa variável. Esse aumento levou a taxa a atingir o patamar de 4,37%, superando, assim, a taxa dos novos empréstimos a taxa fixa, de acordo com os dados divulgados pelo Banco de Portugal (BdP).

Essa mudança na tendência das taxas de juro é relevante para o mercado imobiliário e para os consumidores que buscam adquirir habitação através de financiamento bancário. Historicamente, as taxas de juro a taxa variável costumavam ser mais baixas, tornando-se uma opção atrativa para muitos compradores de habitação. No entanto, esse recente aumento na taxa de juro média pode sinalizar uma possível mudança nas condições de crédito e uma inclinação para taxas de juro mais elevadas no futuro.

A taxa de juro é um elemento crucial a considerar na decisão de financiar a compra de habitação, pois afeta diretamente o custo total do empréstimo ao longo do tempo. Os empréstimos a taxa fixa garantem uma taxa constante durante um período determinado, proporcionando previsibilidade e proteção contra flutuações no mercado financeiro. Em contrapartida, os empréstimos a taxa variável estão sujeitos a oscilações nos índices de referência, o que pode levar a variações nos pagamentos mensais e no custo total do empréstimo ao longo do tempo.

A preferência entre as duas modalidades de taxa de juro geralmente varia de acordo com as expectativas dos mutuários em relação à evolução futura das taxas de juro. Em períodos de taxas de juro baixas e expectativas de manutenção dessa tendência, os empréstimos a taxa variável podem parecer mais atrativos devido às suas taxas iniciais mais baixas. No entanto, quando as perspetivas apontam para um aumento das taxas de juro, os empréstimos a taxa fixa podem ser considerados como uma forma de proteção contra esse cenário.

Neste contexto, é importante que os compradores de habitação estejam bem informados sobre as condições do mercado e as implicações de cada opção de taxa de juro antes de tomar uma decisão. A consulta com especialistas em financiamento imobiliário e a análise detalhada das opções disponíveis são passos fundamentais para tomar uma decisão financeira sólida e alinhada com as necessidades e objetivos individuais.

Além disso, as instituições financeiras também podem ajustar suas ofertas de crédito e as condições dos empréstimos em resposta às mudanças nas condições do mercado, o que torna essencial pesquisar várias opções e comparar as propostas disponíveis antes de assinar qualquer contrato de empréstimo. A avaliação cuidadosa das condições contratuais e das implicações financeiras a longo prazo permitirá que os mutuários façam escolhas informadas e responsáveis, garantindo, assim, uma gestão financeira mais sustentável e bem planejada ao adquirir um novo imóvel.

Tendência de Crescimento: Diferencial de Taxas de Juro atinge valor mais alto desde 2003 em 2022

De acordo com os dados divulgados hoje pelo Banco de Portugal (BdP), o diferencial entre as taxas de juro para empréstimos e depósitos atingiu um patamar significativo de 3,3 pontos percentuais em 2022. Essa diferença entre as taxas de juro representa um valor notavelmente alto, sendo o mais elevado registado desde o ano de 2003.

O diferencial entre as taxas de juro é uma métrica essencial que mede a discrepância entre o custo do dinheiro emprestado e o rendimento obtido através de depósitos. Nesse sentido, um diferencial de 3,3 pontos percentuais indica que os juros cobrados pelos empréstimos foram consideravelmente mais altos do que os juros pagos pelos depósitos no último ano.

Esse aumento no diferencial pode ser influenciado por diversos fatores económicos e financeiros. Entre eles, destacam-se as políticas monetárias adotadas pelo Banco Central, as flutuações nas taxas de juro internacionais, a oferta e procura por crédito, bem como as condições económicas gerais do país.

Essa disparidade nas taxas de juro pode ter implicações significativas para diversos setores da economia. Por exemplo, para os consumidores, um diferencial mais amplo pode tornar os empréstimos mais caros, dificultando o acesso ao crédito e limitando o crescimento económico. Por outro lado, para os poupadores e investidores, um diferencial maior pode significar um aumento nos rendimentos de depósitos, incentivando a poupança e a alocação de recursos em instrumentos financeiros mais seguros.

Os bancos e outras instituições financeiras também são afetados por essa diferença nas taxas de juro. Um diferencial mais amplo pode aumentar a margem de lucro dos bancos em suas operações de empréstimos, mas também pode pressionar as instituições a oferecerem rendimentos mais atrativos em depósitos, competindo assim pela captação de recursos junto aos clientes.

Perante este cenário, as autoridades económicas e o Banco Central podem estar atentos ao impacto desse diferencial nas dinâmicas económicas e financeiras do país. Ações regulatórias ou alterações nas políticas monetárias podem ser consideradas para equilibrar a relação entre as taxas de juro de empréstimos e depósitos, buscando promover uma estabilidade e sustentabilidade para o sistema financeiro e a economia em geral.

Pagamentos por conta

Os pagamentos por conta devem ser efetuados três vezes ao ano, nos meses de agosto, setembro e dezembro do ano em que é calculado o lucro tributável, tanto para empresas como para trabalhadores independentes.

As empresas são obrigadas a efetuar os dois primeiros pagamentos (em agosto e setembro).

O terceiro pagamento, em dezembro, pode ser dispensado se for possível prever que os pagamentos já efetuados são suficientes. Se o valor a pagar pela empresa for inferior a 200 euros, não é obrigatório fazer o pagamento.

Os trabalhadores independentes podem não efetuar o pagamento por conta se não obtiverem rendimentos da categoria B ou se o valor recebido for igual ou superior ao IRS a pagar ao Estado.

Não dispensa a consulta da legislação aplicável.

Lucros da Euronext descem 33% no primeiro trimestre

A Euronext, operadora de várias bolsas de valores europeias, incluindo a Bolsa de Lisboa, anunciou na terça-feira lucros de 96,5 milhões de euros no primeiro trimestre, representando uma diminuição de 32,9% em comparação com o mesmo período do ano passado.

“Este primeiro trimestre de 2023 demonstrou a robustez do negócio diversificado da Euronext. Registámos um desempenho sólido no primeiro trimestre de 2023, apesar de um primeiro trimestre de 2022 marcado por uma volatilidade sem precedentes nos volumes devido a eventos geopolíticos, resultando em uma forte base de comparação”, destacou Stéphane Boujnah, CEO e Presidente da Euronext.

Boujnah enfatizou que o desempenho do grupo “reflete a combinação de um forte crescimento orgânico” nas atividades de dados e tecnologia não relacionadas ao volume, bem como “trimestres de destaque” nos negócios de renda fixa e negociação de energia.

fonte: https://eco.sapo.pt/

Pode-se recusar a aceitar pagamento com notas de 100 euros?

É possível que alguns estabelecimentos em Portugal afixem informações indicando que não aceitam pagamentos com notas de 100€, embora isso seja pouco comum. A questão é se essa atitude é legal. De acordo com o Banco de Portugal, a resposta é NÃO. O comerciante tem a obrigação de aceitar todas as notas e não pode recusá-las com base em suspeitas infundadas de falsificação. Se o cliente se deparar com tal situação, deve informar imediatamente o Banco de Portugal.

Além disso, não é permitido que o estabelecimento exija a identificação do cliente ao receber notas de 100, 200 ou 500 euros. Esses procedimentos vão contra a legalidade da circulação da nota de euro e podem prejudicar a confiança do público nas notas em circulação. Se alguém se deparar com situações dessa natureza, deve informar o Banco de Portugal.

IVA zero

Foi publicado em 14/04/2023 o diploma que isenta de IVA desde dia 18/04/2023 até 31/10/2023 os seguintes produtos:

  • a) Cereais e derivados, tubérculos:
    • i) Pão;
    • ii) Batata em estado natural, fresca ou refrigerada;
    • iii) Massas alimentícias e pastas secas similares, excluindo massas recheadas;
    • iv) Arroz (em película, branqueado, polido, glaciado, estufado, convertido em trincas);
  • b) Legumes e produtos hortícolas frescos ou refrigerados, secos, desidratados ou congelados, ainda que previamente cozidos:
    • i) Cebola;
    • ii) Tomate;
    • iii) Couve -flor;
    • iv) Alface;
    • v) Brócolos;
    • vi) Cenoura;
    • vii) Courgette;
    • viii) Alho -francês;
    • ix) Abóbora;
    • x) Grelos;
    • xi) Couve -portuguesa;
    • xii) Espinafres;
    • xiii) Nabo;
    • xiv) Ervilhas;
  • c) Frutas no estado natural:
    • i) Maçã;
    • ii) Banana;
    • iii) Laranja;
    • iv) Pera;
    • v) Melão;
  • d) Leguminosas em estado seco:
    • i) Feijão vermelho;
    • ii) Feijão frade;
    • iii) Grão -de -bico;
  • e) Laticínios:
    • i) Leite de vaca em natureza, esterilizado, pasteurizado, ultrapasteurizado, fermentado ou em pó;
    • ii) Iogurtes ou leites fermentados;
    • iii) Queijos;
  • f) Carne e miudezas comestíveis, frescas ou congeladas de:
    • i) Porco;
    • ii) Frango;
    • iii) Peru;
    • iv) Vaca;
  • g) Peixe fresco (vivo ou morto), refrigerado, congelado, seco, salgado ou em salmoura, com exclusão do peixe fumado ou em conserva:
    • i) Bacalhau;
    • ii) Sardinha;
    • iii) Pescada;
    • iv) Carapau;
    • v) Dourada;
    • vi) Cavala;
  • h) Atum em conserva;
  • i) Ovos de galinha, frescos, secos ou conservados;
  • j) Gorduras e óleos:
    • i) Azeite;
    • ii) Óleos vegetais diretamente comestíveis e suas misturas (óleos alimentares);
    • iii) Manteiga;
  • k) Bebidas e iogurtes de base vegetal, sem leite e laticínios, produzidos à base de frutos secos,
  • cereais ou preparados à base de cereais, frutas, legumes ou produtos hortícolas;
  • l) Produtos dietéticos destinados à nutrição entérica e produtos sem glúten para doentes celíacos.

Operações isentas de IVA:
Transmissões internas, importações e aquisições intracomunitárias de bens.

Direito à dedução:
A isenção confere direito à dedução do IVA que tenha incidido sobre bens ou serviços adquiridos, importados ou utilizados pelo sujeito passivo para a sua realização.

Formalidades das facturas:
Deve incluir menção à Lei 17/2023 como motivo justificativo da não liquidação do imposto
Exemplo:
“IVA – Isenção prevista na Lei n.º 17/2023, de 14 de abril”, ou semelhante.

Deve ser escolhido o motivo de isenção de IVA “M26”: M26 – Isenção IVA, com direito à dedução no cabaz alimentar (menção na factura) – Lei 17/2023, de 14 de Abril.

Vigência:
A isenção é aplicável às transmissões internas, importações e aquisições intracomunitárias de bens efectuadas durante o período compreendido entre 18 de Abril e 31 de Outubro de 2023.

Mais novidades serão actualizadas neste artigo assim que estiverem disponíveis.

Como a contabilidade pode ajudar pequenas empresas a superar desafios financeiros

A contabilidade é uma ferramenta essencial para ajudar as pequenas empresas a superar desafios financeiros. Isso porque ela fornece informações precisas e atualizadas sobre a situação financeira da empresa, permitindo que os proprietários tenham uma visão clara dos seus recursos e despesas.

Um dos principais desafios financeiros enfrentados pelas pequenas empresas é manter uma gestão eficiente do fluxo de caixa. A contabilidade pode ajudar nesse aspecto, fornecendo informações sobre as entradas e saídas de dinheiro, bem como sobre os prazos de pagamento e recebimento. Com esses dados em mãos, os proprietários podem tomar decisões mais precisas e estratégicas, evitando problemas de falta de recursos.

Além disso, a contabilidade também pode ajudar as pequenas empresas a reduzir custos e aumentar a eficiência. Por meio da análise de dados financeiros, é possível identificar áreas onde há desperdício de recursos e implementar medidas para reduzir gastos e otimizar processos.

Outro desafio financeiro comum enfrentado pelas pequenas empresas é a falta de acesso a crédito. A contabilidade pode ser uma ferramenta importante para ajudar a empresa a obter financiamento, fornecendo informações precisas e confiáveis sobre a situação financeira da empresa. Com esses dados em mãos, a empresa pode apresentar um plano de negócios sólido e convincente aos credores, aumentando as suas hipóteses de obter o financiamento necessário.

Por fim, a contabilidade também pode ajudar as pequenas empresas a manterem-se em conformidade com as leis e regulamentos fiscais. Isso é particularmente importante para evitar multas e sanções que possam prejudicar a saúde financeira da empresa.

Em resumo, a contabilidade é uma ferramenta essencial para ajudar as pequenas empresas a superar desafios financeiros. Por meio da análise de dados financeiros, ela pode fornecer informações precisas e atualizadas sobre a situação financeira da empresa, permitindo que os proprietários tomem decisões mais estratégicas e precisas. Além disso, a contabilidade também pode ajudar a reduzir custos, aumentar a eficiência, obter financiamento e garantir a conformidade com as leis e regulamentos fiscais.

5 motivos pelos quais a contabilidade é essencial para a sua empresa

A contabilidade é uma das áreas mais importantes de qualquer empresa. Ela é responsável por registar, organizar e analisar as informações financeiras do negócio, permitindo que o gestor tome decisões mais assertivas e planeie o futuro da empresa. Neste sentido, verifique a seguir 5 motivos pelos quais a contabilidade é essencial para a sua empresa:

  1. Controlo financeiro: a contabilidade é responsável por registar todas as movimentações financeiras da empresa, como receitas, despesas, investimentos e empréstimos. Com isso, é possível ter um controle financeiro mais eficiente e tomar decisões com base em informações precisas e confiáveis.
  2. Cumprimento de obrigações legais: a contabilidade é fundamental para cumprir as obrigações legais da empresa, como o pagamento de impostos, taxas e contribuições. Além disso, a contabilidade também é responsável por manter a empresa em conformidade com as normas e regulamentações contabilísticas e tributárias.
  3. Tomada de decisões: a contabilidade fornece informações importantes para a tomada de decisões estratégicas da empresa, como a definição de preços, a escolha de fornecedores e a avaliação de investimentos. Com base nos dados contabilísticos, o gestor pode identificar oportunidades de crescimento e reduzir os riscos do negócio.
  4. Gestão de recursos: a contabilidade é fundamental para a gestão dos recursos da empresa, como o controlo de stock, a gestão do fluxo de caixa e a análise de rentabilidade. Com isso, é possível identificar gargalos e pontos de desperdício, permitindo uma gestão mais eficiente e sustentável dos recursos da empresa.
  5. Transparência e credibilidade: a contabilidade é uma ferramenta importante para a transparência e credibilidade da empresa. Com uma contabilidade bem estruturada e organizada, a empresa pode demonstrar aos seus stakeholders, como investidores, clientes e fornecedores, que é uma empresa confiável e que está comprometida com a transparência e a ética nos negócios.

Em resumo, a contabilidade é essencial para a gestão financeira e estratégica da sua empresa. Ela fornece informações importantes para a tomada de decisões, o cumprimento de obrigações legais e a gestão dos recursos da empresa, além de contribuir para a transparência e credibilidade do negócio. Por isso, é fundamental contar com profissionais qualificados e experientes na área contábil para garantir o sucesso da sua empresa.